Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Wildner reconta histórias rock, sexo e violência no CD revisionista 'WanClub'
4 comentários:
Este é um espaço democrático para a emissão de opiniões, sobretudo as divergentes. Contudo, qualquer comentário feito com agressividade ou ofensas - dirigidas a mim, aos artistas ou aos leitores do blog - será recusado. Grato pela participação, Mauro Ferreira
P.S.: Para comentar, é preciso ter um gmail ou qualquer outra conta do google.
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.
♪ No álbum de caráter revisionista WanClub, apresentado neste mês de março de 2016 em edição distribuída via gravadora Deck neste mês de março de 2016, Wander Wildner reconta histórias de rock, sexo e violência 20 anos após o lançamento do primeiro álbum solo do artista gaúcho, Baladas sangrentas (Fora da Lei, 1996), disco produzido por Tom Capone (1996 - 2004) no qual o cantor e compositor apresentou músicas autorais que se tornaram clássicos do universo underground, como Bebendo vinho (Wander Wildner, 1996) - composição regravada três anos mais tarde pelo grupo Ira! no álbum Isso é amor (Abril Music, 1999) - e Eu tenho uma camiseta escrita eu te amo (Wander Wilder, 1996). Em WanClub, disco produzido pelo próprio Wildner com recursos obtidos em plataforma de financiamento coletivo, o artista revive inclusive músicas do repertório do grupo gaúcho que o projetou no universo pop nacional na década de 1980, Os Replicantes. O roqueiro rebobina Surfista calhorda (Carlos Gerbase e Heron Heinz) - com arranjo similar à gravação original feita há 30 anos pelos Replicantes no álbum O futuro é vortex (RCA / BMG, 1986) - e Sandina (Jimi Joe, 1987). Gravado no estúdio Dreher, em Porto Alegre (RS), WanClub alinha 14 músicas na edição física em CD e outras seis na edição digital. O repertório adicional da edição digital inclui a única música inédita composta por Wildner para o disco, Colonos em chamas.
ResponderExcluirAdoro Wander Wildner e a cena gaucha em geral, mas vou passar....não vejo nada que me faça ter esse lançamento, só reciclagem e caça niqueis
ResponderExcluirTenho a discografia do Wander e investi no crowdfunding. Acho válido ter uma releitura de seus sucessos ...se não me engano a terceira em 20 anos
ResponderExcluirNossa que capa perfeita, sabe quem fez?
ResponderExcluir